E foi na Festa da Cozinha Caipira de São Luis do Paraitinga
que eu encontrei Ditão Virgilio. Uma das figuras ilustres da cidade. Proseador
e contador de causo. Que eu fiz questão de registrar numa entrevista. E foi no
improviso que ele fez uma rima para TV Chão Caipira. Cutuque abaixo e veja o vídeo.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Comida e Musica BOA
Mais um final de semana com muita comida e
musica boa. Em São Luis do Paraitinga aconteceu a Festa da Cozinha
Caipira, e eu, claro, estava lá para prestigiar.
Ao som de muito torresmo, pastel de angu, pra já
e leitoa pururuca eu fiz questão de registrar o toque da viola de
Gabrielzinho, que com pouca idade mostrou para o povão como é que se
toca uma viola caipira e moda boa.
Cutuque abaixo e veja o vídeo....
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Calculando em Queluz!
Em Queluz, eu conheci o Sr. Vicente. Diretor de turismo e cultura, ele coordena o
Centro Cultural de Queluz. Onde tem um museu com vários artefatos da Revolução
de 32, uma rica biblioteca e grande
parte do acervo histórico catalogado, disponível para pesquisas e consultas.
Tem também algumas das obras de Malba Tahan “O Homem que
Calculava”. Julio César de Mello Souza, importante personagem brasileiro.
Nasceu em uma cidade do Rio de Janeiro, mas passou sua infância em Queluz.
Malba Tahan publicou mais de 80 obras, entre elas “Maktub” e “O Homem que
Calculava”. Em sua homenagem a Biblioteca Municipal de Queluz leva seu nome
desde a década de 70 quando foi inaugurada.
E assim, eu vou calculando e aprendendo!
segunda-feira, 9 de julho de 2012
No Rancho do Taioba!
Ainda em Piquete, conheci o Taioba, um tropeiro muito
simpático, conhecedor da vida e contado de causo. Chegando em seu Rancho
Tropeiro, logo senti o cheirinho de fumaça do fogão à lenha e as modas que dois
companheiros cantavam.
Um autentico Rancho Tropeiro, cheio de traias e objetos que
contam um pouco de sua história.
No terreiro, pastavam suas mulas. E sempre alerta estavam
seu cachorros, menos uma fêmea Border Collie recém-parida. Sete filhotinhos, um
mais lindo que o outro.
Deu até vontade de trazer uns embora.
terça-feira, 3 de julho de 2012
No dia 1 de julho estivemos eu e o João em São Paulo, a convite do caderno
Paladar do jornal O Estado de São Paulo.
Fomos ao Cozinha do Brasil, representar a comida caipira do Vale do
Paraíba, onde falamos sobre o valor do sabor caipira para uma sala com cerca de
100 pessoas, interessadas no assunto. Pra fechar o assunto todo, servimos para
os paulistas boquiabertos, o café com rapadura, o bolinho caipira e a farofa de
içá. Nem precisa comentar muito a reação de espanto.
Aproveitamos pra lançar lá, o Movimento Cumê Divagarinho,
que vai ser instalado em Paraibuna, pelo Instituto Chão Caipira, objetivando o
engrandecimento da comida caipira.
Veja nos link as matérias sobre o assunto:
http://blogs.estadao.com.br/paladar/video-joao-rural-faz-aula-reflexiva-sobre-cozinha-caipira/
Vanguarda:
http://vnews.com.br/video.php?id=16652
Vanguarda:
http://vnews.com.br/video.php?id=16652
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Marins, um mistério. Várias histórias!
Rumo a Piquete! E no meio do caminho o João Rural me contou de uma
historia intrigante. Quando passávamos pelos pés do Pico dos Marins, ele
me disse que ha muito tempo atrás um escoteiro havia desaparecido no
Pico e até hoje ninguém achou o rapaz. Ouvi a história e fiquei
intrigada, mas enfim eu tinha que focar no meu trabalho. Passou o dia, e
de tardezinha nós fomos pra pousada. Enquanto o João descansava, eu fui
atrás do escoteiro perdido. Assisti varias matérias pelo “you tube” e
fiquei por dentro do que tinha acontecido.
Conheci
varias pessoas em Piquete, e para todas eu perguntava do “Marquinho” o
escoteiro desaparecido. Descobri que cada pessoa tem uma opinião
diferente. Mas ninguém tem certeza daquilo que diz. Um mistério e muitas
hipóteses. Já se passaram trinta anos, e até agora nenhum vestígio. E
para aumentar esse clima de mistério, fui dormir numa pousada lá no
próprio bairro do Marins. O dono da pousada é o Sr. Chico, muito
simpático ele foi logo me contando de suas habilidades, Sr. Chico faz
rédeas de crina de cavalo. Uma mais linda que a outra.
Perguntei
a ele sobre o tal menino que desapareceu ali, pertinho dele. E ele,
como as outras pessoas que eu já havia conversado na cidade, tem sua
opinião, mas também não tem certeza do que aconteceu com o garoto.
No
dia seguinte fui até o museu dos Marins, na casa do Sr Lucas. Lá ele
guarda varias peças antigas da época de escravos. E depois de prosear um
pouco, resolvi chegar mais perto do Pico, é arrepiante olhar tudo
aquilo e pensar em tudo o que já aconteceu ali, bem pertinho de mim.
Não achei o Marquinho, mas acho que ele me encontrou!
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